DUBAI, EMIRADOS Árabes
AMANHECENDO NO DESERTO
“O sol nasceu no meio das dunas. E, com ele, a certeza de que estávamos exatamente onde deveríamos estar.”
31 de jan. de 2025
CHEGADA COM CHOQUE CULTURAL
Aterrisamos em Dubai numa noite quente e
seca. A STUGA já estava esperando com uma
van climatizada (graças a Deus) e nos levou
direto para o alojamento no limite entre
cidade e deserto. Era tudo moderno, mas
ao mesmo tempo... silencioso.
Jantamos com o grupo — só casais e um trio
de amigos. Conversa tímida, clima de
expectativa no ar. Era a calmaria antes
do motor ligar.
O RALLY COMEÇA
Acordamos cedo e, depois de um briefing
técnico, fomos apresentados aos nossos
carros. 4x4 potentes, pneus largos,
suspensões preparadas. O coração
acelerou antes mesmo de entrar. A
primeira etapa foi leve: reconhecimento
de terreno e testes de direção.
A Marina dirigiu primeiro. Eu tremi. Ela riu.
Mas deu show. Passamos por dunas suaves e
trechos de areia compacta. Foi só o início e
já deu pra sentir que o deserto não brinca.
POEIRA, VELOCIDADE E ADRENALINA
A segunda etapa foi intensa. Trechos mais
longos, curvas técnicas, subidas de duna
que exigiam pé firme e confiança. A equipe
da STUGA tava sempre por perto, dando
instruções no rádio e cuidando da segurança.
Num dos trechos, atolamos. Mas rimos.
Desatolamos. E seguimos. Foi ali que
entendi: não importa quem pilota, o segredo
é saber quando acelerar e quando confiar
em quem tá do seu lado.
CULTURA LOCAL E SILÊNCIO BONITO
Tivemos uma pausa do rally pra viver a cultura
local. Visitamos um vilarejo beduíno,
experimentamos café árabe com
cardamomo e aprendemos sobre a
criação de camelos. À tarde, rolou um
passeio de mercado e uma visita a
uma mesquita.
À noite, dormimos numa tenda no meio
das dunas. Nenhuma luz artificial, só o
céu cheio de estrelas e o som do vento
raspando a lona. A gente se abraçou e
dormiu cedo — coisa rara.
AMANHECER NO DESERTO
Esse foi o auge da trip. Acordamos antes do
sol nascer e subimos uma duna a pé. O céu
estava roxo, depois rosa, depois laranja.
E aí: silêncio total. Ficamos sentados, lado a
lado, sem falar nada. Só respirando.
A Marina chorou. Eu também. Não tinha
tristeza, nem emoção específica. Era só... tudo.
ÚLTIMO DIA DE AREIA
Último rolê. Fizemos um trecho mais longo,
com paradas em mirantes e dunas enormes.
Descemos com prancha de sandboard,
demos risada, tiramos fotos absurdas.
No fim, paramos pra ver o pôr do sol
pela última vez. A cor da areia mudou
de novo. A gente também.
DICAS PESSOAIS
Use óculos de sol fechados e lenço
(o vento é real);
Vá com roupas leves e confortáveis, mas
que protejam do sol; Respeite o silêncio
do deserto — é precioso;
Coma o prato local chamado machboos
com carne de cordeiro; Se puder, leve uma
câmera analógica — a luz lá é outra coisa.
O QUE DUBAI NOS ENTREGOU
Dubai não foi só luxo e deserto. Foi desafio,
conexão e silêncio profundo. A gente voltou
mais junto, mais forte e com uma memória
que vai ficar pra sempre na pele — e no
coração. O amanhecer naquela duna tá
tatuado na gente, mesmo sem tinta.
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